Arquivar 7 de março de 2021

Pandemia desnorteia políticos, que já vivem caos eleitoral em Goiás

março 2021

Momento é de (in)definição, o que quer dizer que as pedras estão se movendo no tabuleiro

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Como colocar de pé um projeto político em pleno crescimento de casos de COVID-19?

Não é só o embate entre o governador de São Paulo, João Doria, e o presidente da República, Jair Bolsonaro, que chama a atenção sobre o uso da pandemia para garantir o poder nacional.

No chamado chão de fábrica, ou seja, em cada município brasileiro, há uma disputa em curso.

Uma disputa com muito de caos e pouco de espírito público.

Boa parte dos prefeitos tem mostrado com suas ações que sabem de menos o que estão fazendo, e isso quando estão fazendo algo em favor de sua população. Os fatos que saem do noticiário mostram que na maior parte das vezes prevalece o espírito de torcida somado a um precário cenário que vai da omissão ao atendimento em postos de saúde ou hospitais desaparelhados.

Certo que a população não responde aos apelos, preferindo ouvir o negacionismo ou a retórica mortal do presidente. Porém o empenho contra isso é o do mínimo esforço possível, com poucas exceções. Na soma das tragédias prevalece o discurso de que minha parte foi feita, sua parte malfeita é que te matou ou matou o infeliz que se foi. Infelizes, às vezes.

A torcida é saber quem é Bolsonaro e quem não é. Quem não só defende mas pratica o isolamento, o estímulo ao uso de máscaras, a vacinação, e quem simplesmente despreza ou desmerece tudo isso.

A torcida? O ato de fé.

O que político nunca querem verdadeiramente é estar do lado da torcida menor.

Tomar decisões desagradáveis ao gosto público, que apesar disso privilegiam a vida em vez do risco de morte, não faz um político popular.

Neste momento, em Goiás, o governador Ronaldo Caiado toma decisões que provocam reações apaixonadas de lado a lado. Quem concorda, aplaude. Quem não concorda, xinga.

Como isso vai se refletir na eleição do ano que vem? Caiado deve tentar a reeleição. E aí, vai ser bom ou ruim o que ele tem feito?

O espírito público impõe que esse tipo de questão não importa. Um político que realmente se importa com a população, no caso os eleitores, tem que ser maior que as disputas eventuais, ainda que seja fato que todas as ações de um governante implicam consequências eleitorais. Ter alma de estadista, pode-se dizer.

Em outra ponta, o que faz a oposição? A oposição não faz nada porque neste momento nem oposição Goiás tem.

Vivemos o caos político no Estado. Sem Iris Rezende e sem Marconi Perillo, que lideraram forças que se enfrentaram nos últimos anos, a situação é de desagrupamento total das forças, melhor, fraquezas menores.

A arrumação da nova ordem política está em andamento. (E talvez isso explique a falta de oposição, com consequente fortalecimento de Caiado como perspectiva de continuidade de poder. Enfim.)

Nesse ambiente, temos não só um governador tomando decisões pouco populares e atropelando prefeitos e políticos mais desnorteados, mas agindo parte das vezes em conjunto com potenciais adversários, a oposição que não se estabelece.

Os potenciais, neste caso – como Gustavo Mendanha (prefeito de Aparecida se Goiânia) e Rogério Cruz (prefeito Republicano de Goiânia, eleito via MDB), ou Daniel Vilela, presidente do MDB -, vira e mexe estão lado a lado de Caiado.

Na defesa do interesse público, não cabem inimizades ou disputas eleitorais. Correto. Na corrida eleitoral, quem erra menos leva.

Ocorre que essa maçaroca de fatos e indecisões e inabilidades e possibilidades abertas pelo ajuste de grupos e forças acaba também por confundir as coisas quando o olhar é 2022, horizonte eleitoral mais urgente.

Por exemplo. Se Gustavo e Rogério representam a possível ascensão da candidatura de Daniel Vilela, presidente estadual do MDB, por outro suas constantes ações afinadas com o Estado acabam igualmente estimulando especulações a respeito de suas reais posições lá na frente.

Outro exemplo. Se o Patriota, de Jorcelino Braga, que foi o marqueteiro da eleição de Maguito Vilela/Rogério Cruz em Goiânia e é próximo de Daniel, agora tem candidato a governador, e não é Daniel, mas o ex-tucano Jânio Darrot (ex-prefeito de Trindade), como fica o MDB? E novamente: como ficará Rogério, com a morte de Maguito, lá na frente: com Caiado, com Braga ou com o MDB?

E o PSDB, sem Jânio e esvaziado de prefeitos e ainda com o peso do desgaste do ex-governador Marconi Perillo, tem futuro?

Henrique Meirelles vem para ser candidato a quê? Se ao Senado, qual o peso de sua definição por um ou outro grupo? E se não for candidato a senador?

Iris Rezende será candidato a senador? Mas aí o MDB…

Tudo somado, temos em Goiás o caos da reorganização das trincheiras políticas e temos o caos maior do imponderável: a pandemia e suas consequências.

O que esperar? Mais caos?

O ambiente social em Goiás e no Brasil é de convulsão, e o político, de total confusão.

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Em Brasília, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) não tem oposição. Em Goiás, o governador Ronaldo Caiado (DEM) não tem oposição. Em Goiânia, o prefeito Rogério Cruz (Republicanos) não tem oposição. Em Aparecida de Goiânia, o prefeito Gustavo Mendanha (MDB) tem oposição? Não tem. A oposição está fora de órbita.

A vitória de Arthur Lira na disputa pela presidência da Câmara dos Deputados foi uma vitória de Bolsonaro e uma vitória da política tradicional. Ele venceu usando métodos conhecidos. A vitória de Lira foi também uma vitória de Caiado, porque deu fôlego ao seu partido e de certa forma significou mais uma derrota da oposição em Goiás. O derrotado Baleia Rossi era da legenda de Daniel Vilela, derrotado pelo democrata em 2018 e potencial adversário em 2022.

Caiado, no caso, vai se saindo mais vencedor que todos. Porque o fortalecimento de Bolsonaro para a reeleição indiretamente aponta como seu fortalecimento, já que são aliados desde sempre. E se somarmos as derrotas da oposição ao cenário que se formou em Goiânia com a morte de Maguito Vilela e a ascensão de Rogério Cruz, temos mais adversidade para a oposição. Afinal, Cruz dará palanque aos MDB oposicionista, como faria Maguito, pai de Daniel e padrinho de Mendanha?

O PT é outro que não se opõe. Nem nacionalmente nem por aqui. No País, a perspectiva de poder segue do lado de Bolsonaro e Caiado, neste momento. Uma possível união nacional de esquerda e centro para o enfrentamento ao bolsonarismo e seus ismos locais, algo que em tese teria lastro para contaminar geral e, daí, tomar conta de Goiás, é nada mais que uma tese sem fundamento na realidade. De forma geral a esquerda e os partidos de centro não acharam ainda o caminho da oposição em lugar nenhum. Estão batendo cabeça, enquanto a direita avança – ou se sustenta.

Os tucanos, outros que poderiam fazer frente ao bolsonarismo, continuam sua saga de ir de um lado a outro, chegando a lugar nenhum. O ex-governador Marconi Perillo até tenta voltar à tona, mas sempre vem a notícia de um revés nos processos que enfrenta. Ele anunciou que será candidato a deputado federal. Se for, surge como puxador de voto e isso pode favorecer o PSDB para continuar vivo apesar da cláusula de barreira. A questão: qual o seu capital político de fato? Um fato: ele não mudou. Sés posicionamentos, suas atitudes, tudo ainda tem a ver com o que o levou à derrota na disputa para o Senado. Por enquanto, pelo menos.

Bolsonaro e Caiado estão firmes e fortes no caminho da reeleição (articulação acima de tudo, governo acima de todos). A oposição mantém-se determinada na direção da derrota nacional e local, esperando que as pesquisas de hoje (um alento, uma esperança, um fôlego) sejam a realidade de amanhã. Não sabe o que dizer, sabe menos ainda o que fazer. Fracassa em ser ou não ser. Para mudar esse jogo, só mudando os jogadores adversários ou a bola sobre o pescoço. Tem outra solução: um milagre. A saber: de que lado Deus está?

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Pequi é comigo mesmo.

Gosto demais. Aliás, como dizem lá na minha terra, gostar mesmo eu gosto é da minha mãe, de pequi, vish!!

Essa história de uma cidade mineira ser a capital do pequi não sei tem cabimento, todos sabem, mas a discussão é boa.

Goiás valoriza sua coisas? Olha que falei coisas porque é mais abrangente. Poderia ter dito cultura.

Pequi é cultura? Pequi é a gente. Coisa que somos, ainda que nem todos gostem. Dois dos meus filhos não gostam (conste: o terceiro ama).

Pequi tem a ver com cultura, identidade, com literatura, música, com tudo quanto há. E nem falo só do caroço. As árvores tortas, a casca ranhenta, a personalidade que se impõe. Isso nos representa.

E não ter colocado ainda o pequi no palco também é muito nossa cara. Gostamos de falar bem da gente, mas na prática falamos igual ou mais, o que temos de ruim.

Não valorizamos quem e o que somos na proporção que merecemos. Temos um orgulho danado de falar que somos goianos, só que esse orgulho muitas vezes está mais para a acepção mais negativa da palavra.

Tomar nosso protagonismo como pátria do pequi é como mexer em caixa de marimbondo. Mexeu com um, mexeu com todos. Mas até onde vamos com isso? Até o orgulho ferido ou o orgulho valorizado?

Há tempos não temos valorização da cultura como merecemos em Goiás. Vivemos de cultura de evento. Com o vento (trocadilho inevitável), nossa essência passa batido, só se sobressai o fato noticiado e, logo, esquecido.

Ir fundo no que somos, no que fazemos, no que produzimos na música, na literatura, no teatro, na pintura, no cinema, ir fundo aí e mais, que é bom, nenhum governo vai.

Por isso somos o Estado da música sertaneja mas ficamos entre nos orgulhar e renegar o sertanejo. Por isso temos tantos outros talentos e nem nos damos conta, a não ser quando ganham palco nacional.

De lá para cá, valorizamos; de cá para lá, só quando o reconhecimento também vem de fora. Coisa mais sem noção, né não?!

Goiás do pequi está ameaçado faz tempo, e a culpa não é de Minas Gerais ou Tocantins, que reivindicam o reino – inté porque, se num tem trem mió que ser goiano da gema, Minas, Tocantins, é tudo daquipracolá.

Mais vale um prato de pequi com caldo e a nossa cultura conhecida, valorizada e divulgada do que um gosto contrariado.

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Os prefeitos estão entre a cruz e a espada. No recrudescimento da pandemia, ou priorizam o bem público ou o bem pessoal.

Pensando bem, cruz e espada traduzem mal a situação.

Esse dilema nem deveria existir na cabeça dos prefeitos, afinal eles foram eleitos para administrar segundo o interesse social. Ou alguém advoga o contrário?

É um contra-senso o esforço do governador Ronaldo Caiado para convencer os gestores municipais da necessidade de engajamento às medidas de combate ao coronavírus, visto que o interesse público deveria pautar naturalmente as ações de todos eles.

Ouço prefeitos e vereadores contrariados com Caiado porque ele tem liderado medidas que (ao menos inicialmente) contrariam a opinião pública. E isso cria dificuldades para eles nos municípios.

Fechar comércio para evitar a propagação da COVID? Exigir protocolos? Que maçada – pensam os incautos.

Ocorre que opinião e interesse públicos nem sempre andam de mãos dadas.

A pressão sofrida pelos administradores municipais não é caso de vida ou morte política. Já a tibieza dos tais é, sim, caso de vida ou morte para a população.

O esforço deveria estar centrado em outra direção: a discussão das melhores medidas conjuntas, e como implementá-las.

Deixar com Caiado o desgaste e fazer o jogo do populismo inconsequente é lavar as mãos não em relação ao futuro político dele, mas ao futuro de cada comunidade.

É a chamada esperteza com a vida alheia.

Penso ainda em outra coisa: nos prefeitos que se espelham no sucesso do ex-prefeito, ex-governador e ex-ministro Iris Rezende como gestor público.

Pois uma coisa que sempre o caracterizou foi justamente a coragem para ir contra a corrente quando necessário.

Iris sempre foi do tamanho dos cargos que ocupou, por encará-los como missão divina. Daí sempre ter saído maior de todos os cargos que ocupou.

Entre a cruz e a espada, Jesus não titubeou.

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