Bolsonaro e o nó social

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O presidente Jair Bolsonaro negociou com o Centrão, garantiu a eleição do representante do grupo a presidente do Legislativo, e assim provavelmente assegurou, entre outras coisas, que o impeachment não ter fôlego.

A petista Dilma Rousseff, então na Presidência da República, negou-se a fazer o que o Centrão lhe exigia. Em nome da decência política. Pouco tempo depois, estava fora do cargo, com discursos inflamados no Plenário da Câmara que soavam mais como vingança de deputados que foram desmerecidos por ela.

O jogo político é maior que o espírito público. A disputa na Câmara nunca tem por base a luta pelo Estado ou pelo bem das pessoas. São verdades que todos sabem, inclusive os eleitores na hora de votar. Os mesmos eleitores que, como cidadãos, depois se revoltam contra aqueles que elegeram nem sempre escolhendo os melhores, mas os que melhor lhes convieram não boca da urna.

Bolsonaro não é o presidente ideal de muitos. Mas é o presidente porque faz como todos aqueles dispostos a fazer o necessário para se manterem no poder. Para derrotar Bolsonaro, será preciso antes vencer a hipocrisia e a intendência que o levaram ao poder. E isso começa na sociedade, e não necessariamente no Congresso.

Desatar esse nó é questão de vida ou morte. Só o impeachment de Bolsonaro não mudará o curso da história. A pandemia vai inevitavelmente decidir a eleição. De que lado você está?

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